Tempus regit actum
Para escritórios
que não podem errar
Software jurídico para custódia de prazo, acervo e sigilo.
Prazo, acervo e intimação pelas regras daqui — não é sistema traduzido.
Prazo fatal tem gravidade de alarme, não de lembrete de calendário.
Densa e escura por padrão, com sete temas — dois claros e um de alto contraste — e texto e tabelas ajustáveis, para quem passa o dia inteiro dentro dela.
Entregue em formato aberto quando o titular pedir, sem carência.
Do primeiro cadastro ao arquivamento, sem sair para outra ferramenta no meio do caminho. Cada matéria conversa com as outras: a publicação chega do diário, entra na linha do tempo do processo e avisa quem cuida dele; o prazo, quem marca é você, e ele aparece na agenda de quem responde por ele.
O fatal é a data que você digita, e o sistema não a recalcula. Dele nasce o prazo interno, contado em dias úteis, pulando fim de semana, feriado forense e recesso, com aviso no sino e por e-mail.
A carteira inteira: processo, cliente, fase, responsável e a linha do tempo oficial do CNJ, que chega sozinha pelo DataJud — com os arquivos e as anotações do caso na mesma ficha, sob uma versão só.
Publicações do Diário de Justiça Eletrônico Nacional — desde maio de 2025, fora dos casos de intimação pessoal, o meio que conta o prazo, também no PJe e no Eproc —, buscadas pela OAB de cada advogado a cada seis horas. Quando o número bate com um processo do acervo, a publicação entra sozinha na linha do tempo; quando o processo ainda não está cadastrado, ele entra em um clique. A ficha abre o processo no jus.br do CNJ e no sistema do tribunal, com o login do advogado, lá: o sistema não guarda senha nem certificado de tribunal. Nenhuma publicação vira prazo sozinha.
Prazo, audiência e compromisso no calendário de quem responde por eles — e, para quem quiser, espelhados numa agenda à parte na própria conta do Google: o compromisso de processo vai só com o tipo e a hora, e o processo em segredo de justiça nunca sai.
Providência com responsável, prazo e histórico de quem fez o quê, e quando.
Contrato de honorários com entrada, parcelas de valor próprio e êxito com piso; a parte do parceiro fica no contrato. Metas de contratação acompanhadas por período.
Honorário, recebimento e despesa lançados por cliente e por contrato, em números alinhados pela unidade. A baixa registra o que entrou de fato, com o comprovante, e pergunta o que é a diferença quando entra a menos ou a mais; o acerto do mês reparte com o parceiro.
Entrada só por convite nominal, com verificação em duas etapas obrigatória para toda a equipe. Papel, escopo e permissão separados: ninguém enxerga além do que lhe cabe.
Quadro do escritório, produtividade, o contratado ao lado do recebido e o tempo que o processo passa em cada etapa — para o titular ler em três minutos.
A peça sai do modelo em Word do próprio escritório, com o cliente, o processo e a data já no lugar — a qualificação do art. 319, II do CPC vem da ficha do cliente. É rascunho: o sistema não assina nem protocola. A peça, a procuração e a prova ficam guardadas no processo, e cada abertura fica registrada.
Dentro do sistema, o Manual explica cada matéria e as regras de contagem; as telas estão no painel de demonstração.
O produto base está aberto para consulta, sem cadastro e sem instalação. Abaixo, quatro telas do protótipo; no link, a demonstração navegável, com dados fictícios.
Quatro das nove telas do protótipo. Para a versão totalmente interativa, abra o painel: dá para percorrer as telas, trocar o tema e acompanhar um prazo fatal até o vencimento.
O sistema é o mesmo para todo mundo. O que muda é o que pesa no seu dia.
Um sistema que não parece pequeno só porque o escritório é.
Quando o controle informal parou de caber na memória de duas pessoas.
Escopo por pessoa, registro de acesso e relatório de governança para o titular.
Prazo e contencioso da empresa sob a mesma custódia.
Planilha, agenda de papel e caixa de entrada dão conta de um escritório até o dia em que não dão. Estes são os pontos em que a diferença aparece primeiro.
| Controle | Sigillia | Planilha e e-mail |
|---|---|---|
| Prazo interno calculado | manual | |
| Alerta antes do vencimento | — | |
| Intimação vinculada ao processo | — | |
| Histórico de quem fez o quê | — | |
| Escopo por pessoa | — | |
| Registro de acesso | — | |
| Financeiro por contrato | manual | |
| Cópia de segurança | — |
O nome vem de sigillum, o selo que fechava um documento e provava de quem ele vinha. Fechar e atestar são as duas operações, e é por elas que o sistema deve ser cobrado.
A página de Privacidade e dados detalha criptografia, retenção, operadores e o que ainda não está pronto.
Sim. Está no ar desde setembro de 2026 e já em uso por escritório cliente, com entrada só por convite — não há cadastro aberto. O painel de demonstração mostra as telas com dados fictícios. Para conversar sobre a entrada do seu escritório, escreva para o contato no rodapé.
Não. O acervo pode entrar por partes, começando pelos processos com prazo em curso, ou de uma vez por planilha: o sistema mostra, linha a linha, o que vai entrar e o que não pode, e importar de novo pula o que já entrou. O que fica de fora continua onde está até você decidir movê-lo.
O banco de dados e os arquivos ficam em servidores no Brasil, sob a LGPD. O pouco que sai — o e-mail de aviso, o desafio anti-robô da entrada e a agenda do Google de quem a conectar — está descrito, com cada operador e a política de retenção, na página de Privacidade e dados.
Apenas quem tem escopo atribuído para aquele processo. Todo acesso fica registrado, e o registro é consultável pelo titular a qualquer momento.
O acervo é entregue em formato aberto, sem carência e sem burocracia. O dado é do escritório; a Sigillia apenas o guarda.